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::Devaneios Etílicos:: casa nova: www.pimentasnosolhos.blogspot.com Escrito por Anna Lee às 18h00 [] [envie esta mensagem] [link] my quote book 2 - quadrinhos "Homens... não valem as pilhas do meu vibrador" "Beber pra conseguir dormir, dormir pra conseguir beber" "A verdade é um porco empalado no banquete da poesia" André Dahmer "Bons lobisomens jamais perdem a hora" "2307001890090 a.C. foi uma década de excessos" Rafael Salimena "Chuta que é macumba" Sabedoria popular Escrito por Anna Lee às 14h59 [] [envie esta mensagem] [link] my quote book "Quem nunca dançou vai começar a sambar" Pato Fu "Aponta pra fé e rema" Los Hermanos "Os opostos de distraem, os dispostos se atraem" "Acho que me perdi numa excurssão que fiz pra lua" "Não se acomodar com o que incomoda" "Avião parece passarinho Que não sabe bater asa Passarinho voando longe Parece borboleta que fugiu de casa Borboleta parece flor Que o vento tirou pra dançar" "errado é aquele que fala correto e não vive o que diz" "Que o teu afeto me afetou é fato Agora faça-me o favor" Fernando Anitelli "Desesperada pra ter paciência" Zelia Duncan "Tá cansada, senta Se acredita, tenta Se tá frio, esquenta Se tá fora, entra Se pediu, agüenta Se sujou, cai fora Se dá pé, namora Tá doendo, chora Tá caindo, escora Não tá bom, melhora Se aperta, grite Se tá chato, agite Se não tem, credite Se foi falta, apite Se é do mato, amanse Trabalhou, descanse Se tem festa, dance Se tá longe, alcance Se tá puto, quebre Ta feliz, requebre Se venceu, celebre Se perdeu, procure Se é seu, segure Se tá mal, se cure Se é verdade, jure Quer saber, apure Se sobrou, congele Se não vai, cancele Se é inocente, apele Escravo, se rebele Se escreveu, remeta Engrossou, se meta E quer dever, prometa Prá moldar, derreta" Lenine "I thought he was a man But he was just a little boy" "Hunger hurts, but starving works When it costs too much to love" "Fast as you can, baby Run, free yourself of me" Fiona Apple Escrito por Anna Lee às 15h38 [] [envie esta mensagem] [link] and here we go again... meu preto: te amo vê se pelo menos isso você não apaga Escrito por Anna Lee às 01h17 [] [envie esta mensagem] [link] don't wait too long Madeleine Peyroux You can cry a million tears When your morning turns to night Maybe I got a lot to learn Take a chance, play your part It may rain, it may shine Maybe you and I got a lot to learn Take a chance, play your part Escrito por Anna Lee às 08h28 [] [envie esta mensagem] [link] onde irVanessa Da MataEu não sei o que vi aqui Escrito por Anna Lee às 16h49 [] [envie esta mensagem] [link] uma parte que não tinha Escrito por Anna Lee às 08h22 [] [envie esta mensagem] [link] amem Escrito por Anna Lee às 12h48 [] [envie esta mensagem] [link] Mombojó - Duas Cores Dai-me outra cor
Escrito por Anna Lee às 14h05 [] [envie esta mensagem] [link] ...mas quando dói, dói de verdade mesmo... Escrito por Anna Lee às 13h51 [] [envie esta mensagem] [link] o tal do amar eu nunca sei se amar é um privilégio... dúvida dúvida dúvida, drama drama drama!!! um sofrimento extremamente intenso mas extremamente válido... o jeitinho que a pessoa ri de ladinho, como acorda, como da um abraço, como dança, as boas músicas, a risada deliciosa, o jeito que pega na cintura na hora que me beija, o abraço, como sabe dormir de 2 numa cama de solteiro quando precisa, a olhadinha pra cima disfarçando que tá sem graça, o tanto que fica lindo quando usa bermuda, quando faz a barba, uma pessoa que sabe beijar rindo!!!... e o tanto que as amigas tem que me aguentar falando: pobrezinhas!!! ganharam uma amiga apaixonada!! "amar sofrer talvez como se morre de varíola voluntária vágula evidente?" ... o mais legal é saber disso tudo, e querer isso tudo!!! é estar feliz e supor um sofrimento, e prefirir encarar ele... fugir é fácil...
"Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure." Escrito por Anna Lee às 22h10 [] [envie esta mensagem] [link] raimundo é a rima "mundo mundo vasto mundo" é muito impressionante acreditar que em um mundo tão grande eu fui encontrar pessoas tão queridas tão intensamente... amigas, amo vocês!!
Escrito por Anna Lee às 23h27 [] [envie esta mensagem] [link] café amargo começou com aquele café que eu estava fazendo, e caiu no chão. foi uma bagunça! meu vestido, o chão, o fogão, meu pé: tudo sujo! enquanto isso, ele me esperava [onde eu não sei]. bom, eu preciso limpar... começei pela parede, pela mesa, pelo fogão.. opa! sujeira embaixo do fogão! tanta coisa... vale a pena limpar? acho sim. talvez não valha a pena mexer... aí bate uma saudade, uma ausência: não de ninguém em especial, mas de alguém. alguém que eu quero muito saber quem é. alguém que vai... alguém que não vai passar, que não vai ver só a casquinha, alguém assim assim, com um jeitinho [O jeitinho], que ame meus cachorros, que tenha um avô legal, que goste de comida de fogão de lenha, que agite as borboletas do meu estomago, que me ache bonitinha dormindo, que goste do meu telefone de bart simpson... juro, tem um bom tempo que estou vivendo bem comigo: e muito! tirando a minha franja chata que resolveu se revoltar com o mundo, o resto vai bem, obrigada! mas acaba q eu só escrevo quando alguma coisa mexe comigo [no caso, 2 artigos de 2 escritores]... dessa vez me fizeram questionar sobre a insegurança e o medo que a gente tem de viver coisas [a vida?] intensamente. tô sentindo falta disso: situações inesperadas, surpresas boas, a pessoa que me tire o sono, que me conquiste aos poucos... limpar limpar limpar... até o último tango em buenos aires, o último belo horizonte no rio de janeiro, o último navio no porto alegre, a última oração para são paulo... até eu ir crescendo e parar de chorar tanto! estando meu pé ainda sujo, o alvinho [lindo cão!!] já dormindo, minha prova ainda amanhã e ele ainda me esperando [??], o dark side da ordem [existe?] acabou sendo reestabelecida nessa cabecinha de vento [tufão] que de vez em quando é tudo o que não deveria ser.
Escrito por Anna Lee às 22h47 [] [envie esta mensagem] [link] Pequeno ensaio sobre a dor e suas conseqüências na mente humana É estranho sentir essa dor... Uma dor velha, passada, ultrapassada, mas que ainda assim é tão doída!! Uma dor apertada, que me faz ir atrás de muita coisa que já passei, que já senti, que já sofri. Que me faz ir atrás de poesia, de Baudelaire, e pedir pra ele me explicar como é amar como se ama uma abóbada noturna? Que faz Rilke me contar que a solidão é como a chuva. Que me faz ver que no meio do caminho tem um convite triste do Drummond: "Meu amigo, vamos sofrer vamos beber, vamos ler jornal vamos dizer que a vida é ruim, meu amigo, vamos sofrer. Vamos fazer um poema ou qualquer outra besteira. (...) Vamos beber uísque, vamos beber cerveja preta e barata, beber, gritar e morrer, ou, quem sabe? beber apenas. Vamos xingar o homem Que está envenenando a vida (...) Meu amigo, vamos cantar, vamos chorar de mansinho e ouvir muita vitrola, depois embriagados vamos beber mais outros seqüestro (o olhar obsceno e a mão idiota) depois vamos vomitar e cair e dormir" Depois de acordarmos de ressaca, calmamente, com seu jeito unicamente triste (ou seria tristemente único?) que só um bom mineiro, dos que sabem o que é angu e o que é feijão tropeiro pode ter, ele me pergunta e aconselha sobre o amar-amaro: "por que amou por que amou se sabia proibido passear sentimentos ternos ou desesperados nesse museu do pardo indiferente me diga: mas por que amar sofrer talvez como se morre de varíola voluntária vágula evidente? ah PORQUE AMOU e se queimou toda por dentro por fora nos cantos nos ecos lúgubres de você mesma irmã retrato especulo por que amou? Se era para ou era por como se entretanto todavia toda via mas toda vida é indagação do achado e aguda espostejação da carne, do conhecimento, ora veja permita cavalheira amiga me releve este malestar cantarino escarninho piedoso este querer consolar sem muita convicção o que é inconsolável de ofício a morte é esconsolável consolatrix consoadíssima a vida também tudo também mas o amor cara colega este não se consola nunca de nuncarás." Ah, esses poetas!! Acho que faltava ele, o Vinícius, o poetinha com seus sonetos, a me lembrar daqueles versos que eu já soube de cor alguma vez na minha vida, e que traduzem essa tão falada e cantada dor que eu estou vivendo, a da separação que eu preciso tomar definitiva e violentamente como verdade: "De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e claro como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama. De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente. Fez do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente." E continuou com outro de seus sonetos, o da tão sonhada e, acredito eu utópica fidelidade, me dizendo por fim aquilo que eu precisava ouvir: "Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure." E foi. No passado: FOI. Tem que ser. Ser de acontecer e ser de passado. Aí, eu agradeci a ajuda, matei um pernilongo, me despedi, e eles me deixaram, aqui, pensando sobre isso tudo, na ótima companhia do meu belo cachorrinho Alvo José, já adormecido e roncante a essa altura. Bom, no fim das contas a dor não passou. Mas ela me faz pensar nos rumos malucos que a vida toma de vez em quando... me fez reavaliar minhas decisões, minhas palavras, minhas atitudes, meus valores. Me fez sentir sem chão, sem rumo, sem horizonte, sozinha. Ela me fez chorar, travar os dentes, querer vomitar, querer sumir, querer ter aula. Ela me fez ler poesia, me fez escrever de novo. Depois me fez chorar de novo. E reler todos poemas que poetas tão poetas deixaram para mim. E depois ela (a dor), me fez entender que é assim que tem que ser. Igual àquele amor antigo lá de baixo: "tanto mais antigo quanto mais amor". Ela me falou também que não irá embora de repente: que vai me ajudar a encontrar meu chão, meu rumo. Que vai me obrigar a passar por um processo lento, difícil e talvez até solitário. Mas ela, a dor, me prometeu que, no fim disso tudo eu vou estar forte, consolidada e feliz. De novo. Até a próxima vez que eu conhecer alguém, me apaixonar perdidamente. E sofrer. De novo. XVIII/XIV II:XVIII am (escrito por mim na minha casa sem internet para posterior publicação neste blog) Escrito por Anna Lee às 13h12 [] [envie esta mensagem] [link] Amor Antigo
Escrito por Anna Lee às 14h27 [] [envie esta mensagem] [link] |
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