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::Devaneios Etílicos:: "nunca cometo o mesmo erro duas vezes já cometo duas três quatro cinco seis até esse erro aprender que só o erro tem vez" Escrito por Anna Lee às 03h34 [] [envie esta mensagem] Tinha escrito um texto fofo dedicado aos meus amigos, oh pessoas amadas e queridas! mas deu erro na página, e nem publicou... lenvando em conta o horario, acho q vou dormir! to melosa demais hj!! um dia escrevo, com calma e sem erros de pagina, um pouquinho sobre cada um deles... You broke the bonds Escrito por Anna Lee às 02h38 [] [envie esta mensagem] Aí, o qq acontece: a ex não presta! Dá em cima do cara... EU sou solteira, EU não devo nada à ninguém (tirando R$ 11 pra Júlia...), e, no fim das contas, EU tenho q me sujeitar a crise de consciencia dos outros??!? Escrito por Anna Lee às 10h15 [] [envie esta mensagem] Pq Primeiro amor, mesmo tantos, tantos anos depois ainda é mto difícil de encarar? Juro, q depois q ele me disse q tava namorando... tchau! não quero arranjar encrenca com cara comprometido... mesmo que seja uma pessoa q eu adoro desesperadamante, uma pessoa q fez mto parte da minha vida... q é mto importante para mim... ... mas aí ele me rouba um beijo... e demora para se arrepender...demora o tempo suficiente para alguns beijos, amassos... coisas q não eram permitidas nos meus 14 anos... mas que hj não passam de... comum com quem se gosta? ...mas uma hora ele se arrepende... e vira as costas pra mim, bebe horrores, e fica super arrependido pelo q acabou de fazer com a atual namorada...
realmente: HOMEM NÃO PRESTA!! Escrito por Anna Lee às 05h41 [] [envie esta mensagem] ... devaneios etílicos dependem de álcool... na falta de tal inspiração, deixo um outro texto: "... as pessoas que passaram pela Castellana viram uma cascata de luz que caía de um velho edifício escondido entre as árvores. Saía pelas varandas, derramava-se em torrentes pela fachada, e formou um leito pela grande avenida numa corrente dourada que iluminou a cidade até Guadarrama (...) ... Pois haviam aberto tantas luzes ao mesmo tempo que a casa tinha transbordado (...) Em Madri de Espanha, uma cidade remota de verões ardentes e ventos gelados, sem mar nem rio, e cujos aborígines de terra firme nunca foram mestres na ciência de navegar na luz" Escrito por Anna Lee às 01h29 [] [envie esta mensagem] |
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