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::Devaneios Etílicos:: café amargo começou com aquele café que eu estava fazendo, e caiu no chão. foi uma bagunça! meu vestido, o chão, o fogão, meu pé: tudo sujo! enquanto isso, ele me esperava [onde eu não sei]. bom, eu preciso limpar... começei pela parede, pela mesa, pelo fogão.. opa! sujeira embaixo do fogão! tanta coisa... vale a pena limpar? acho sim. talvez não valha a pena mexer... aí bate uma saudade, uma ausência: não de ninguém em especial, mas de alguém. alguém que eu quero muito saber quem é. alguém que vai... alguém que não vai passar, que não vai ver só a casquinha, alguém assim assim, com um jeitinho [O jeitinho], que ame meus cachorros, que tenha um avô legal, que goste de comida de fogão de lenha, que agite as borboletas do meu estomago, que me ache bonitinha dormindo, que goste do meu telefone de bart simpson... juro, tem um bom tempo que estou vivendo bem comigo: e muito! tirando a minha franja chata que resolveu se revoltar com o mundo, o resto vai bem, obrigada! mas acaba q eu só escrevo quando alguma coisa mexe comigo [no caso, 2 artigos de 2 escritores]... dessa vez me fizeram questionar sobre a insegurança e o medo que a gente tem de viver coisas [a vida?] intensamente. tô sentindo falta disso: situações inesperadas, surpresas boas, a pessoa que me tire o sono, que me conquiste aos poucos... limpar limpar limpar... até o último tango em buenos aires, o último belo horizonte no rio de janeiro, o último navio no porto alegre, a última oração para são paulo... até eu ir crescendo e parar de chorar tanto! estando meu pé ainda sujo, o alvinho [lindo cão!!] já dormindo, minha prova ainda amanhã e ele ainda me esperando [??], o dark side da ordem [existe?] acabou sendo reestabelecida nessa cabecinha de vento [tufão] que de vez em quando é tudo o que não deveria ser.
Escrito por Anna Lee às 22h47 [] [envie esta mensagem] |
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